segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As pombas

Não enganem as pombas!

Não joguem bitucas

No meio da rua

Fazendo-as querer

Comer um pedaço



Não enganem as pombas!

Não as façam querer

Mais do que possam ter

Não iludam, não falem

Não as deixem sofrer



Não enganem as pombas!

Não minta , não finja

Que sente

Reflita

Não enganem as pombas,

Elas só querem voar.

domingo, 7 de junho de 2009

and the end starts

E foi quando procurei seu telefone que percebi que algo estava errado. Num momento de extrema cólera e depressão, peguei-me mandando uma mensagem. Para quem? Ninguém: o número já não existia.

O que havia acontecido? Qual o mistério do número perdido?

Tudo começou a 11 ou 12 anos atrás. Era tão mágico, tão perfeito. Perdíamos ( ou ganhávamos) tempo com as mais puras e ingênuas brincadeiras. Nos divertíamos. Dois pequenos seres com vasta imaginação e alegria latente.

Até que crescemos.

terça-feira, 26 de maio de 2009

considerações sobre o tempo (3)

Não sei se quero que ele passe.
Não só o tempo.

Não sei se quero que ele passe.

Creo que el silencio en este caso, además de ser más conveniente, resume muy bien este momento: vacío.